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Estimado estudioso de Filosofia Clínica,
Nas imagens da
Praia do Rosa há costões, morros verdes, restinga, lagoas e, logo
atrás, uma aldeia com as casas, pousadas, verdes. Uma aldeia entre à
beira-mar, de um lado; lagoas, do outro lado.
À medida que
se sobe pelos costões e morros, a vegetação fica mais fechada,
formando manchas arbustivas e arbóreas; a impressão é dos verdes
descendo pelos morros até encontrar as pedras, e destas se passa
para o azul do mar. Dunas, áreas úmidas e lagoas (lembre, Área de
Proteção Ambiental da Baleia Franca).
Você aprecia
caminhar? Há trilhas belíssimas, suaves, algumas muito conhecidas e
seguras. Exemplo: pelo lado sul do Rosa, atravessando a restinga e
costões, passando pela Praia do Luz e abrindo vistas para a Ilha do
Batuta e para a barra da lagoa. Menos de 3 quilômetros.
Na Lagoa
de Ibiraquera dezenas de espécies de aves,
A presença
mais célebre da Praia do Rosa é a baleia-franca-austral. Todo o
litoral de Imbituba integra a APA da Baleia Franca, criada para
proteger essa espécie e os ambientes de que depende. As baleias
aproximam-se da costa catarinense principalmente entre julho e
novembro, quando fêmeas vêm para a região com seus filhotes; os
costões do Rosa funcionam como pontos privilegiados para
observá-las. Às vezes, a pessoa caminha por um morro coberto de mata
e, alguns metros abaixo, avista uma baleia respirando no mar
E então
existe o centrinho, a pequena
vila: ruas estreitas, trechos de pedra, madeira, decks, varandas,
iluminação; artesanato, cafés, bares e gastronomia italiana
e mediterrânea. , especialmente animada ao entardecer. Ao anoitecer,
o centrinho fica especialmente bonito. As luzes das lojas e
restaurantes aparecem entre árvores e cercas de madeira, as mesas
avançam um pouco para fora, há gente caminhando devagar depois da
praia e música vindo de algum estabelecimento.
A Semana de
Estudos tem como algumas de suas características a afetividade, o
encontro, as conversações, os estudos continuados e profundos, a
prática clínica. A natureza que descrevi é parte destes trabalhos.
A pousada foi
escolhida como parte essencial das atividades.
Ela se
esparrama com seus bangalôs, casas e cabanas acolhedoras pelas
encostas entre a lagoa e o mar.
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Dispostas ao
longo de ruazinhas que descem para a praia.
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No centro
destas casas aconchegantes, cada uma trazendo duas ou três suítes,
temos um auditório amistoso, entre as encostas e aberto em suas
vistas diretamente para o mar.
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O café da
manhã, almoço, jantar são realizados poucos metros antes. A cantina
possui uma parte coberta e uma parte sobre o deck de madeira
externo.
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O caminho até
a hospedaria é inspirador; a enseada surge ao final.
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Um ponto de
observação para se aproximar das baleias respirando com seus bebês
nas proximidades.
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Um pequenino
rio se forma ocasionalmente contornando a pousada quando a lagoa
cheia transborda para o mar.
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A final da
tarde, uma caminhada pelo centrinho, menos de um quilômetro da
enseada à beira-mar que acolhe a pousada.
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Acrescentamos
um dia de trabalho à Semana de Estudos; ela agora iniciará na
segunda-feira e se estenderá até sábado.
Não
utilizaremos filmes, não utilizaremos livros, somente teremos
trabalhos práticos.
Espero que
apreciem mais esta edição do evento mais antigo em Filosofia
Clínica: a Semana de Estudos.
Um abraço,
Lúcio Packter
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